OS
TRÊS TIPOS DE PETISTAS
Eis uma breve e abstrata descrição
dos apoiadores de um partido criminoso, baseada em não poucos exemplos reais.
Esta descrição não visa a difamar os cidadãos que os apoiaram mas, ao
contrário, visa a limpar a sua imagem. Verdadeira vergonha é apoiar bandido no
poder. Se você, ex-petista como eu, partilha dessa vergonha, aceite, como eu, a
admissão da prévia ignorância; lute para tirar seus amigos honestos desse
engodo e, principalmente, NUNCA MAIS permita que esses cretinos comunistas
voltem a nos enganar.
TIPO
1 à
O PETISTA IGNORANTE
Este primeiro tipo é um coitado enganado. Entra no engodo
socialista por meio das ideologias fantasiadas de cristãs, com discursos tíbios
de igualdade, pacifismo, partilha e justiça social. Não que os discursos em si
tenham algo de cristão, mas como “foi o padre que falou”, e como “não é
possível que o professor de geopolítica esteja errado”, ele entra no esquema
socialista com aquela fome de “mudar o mundo para melhor”. Seu coração está no
lugar certo, mas é um ignorante.
Ignorante por não saber que as ideologias fomentadas pelo
Foro de São Paulo nada têm que ver com os seus substratos. Ignorante por achar
que a idoneidade moral de um comunista pode ser medida pela régua moral da
tradição. Por não saber que os políticos do PT não são corruptos, mas sim fora-da-lei,
bandidos que prestaram juramento a um sistema moral alheio à nossa constituição
e aos bons costumes brasileiros.
Escravo da ideologia comunista endossada pela herética Teologia
da Libertação (que, repito, nada tem que ver com os substratos do Foro de São
Paulo), ainda na ignorância, o cidadão se vê hoje indignado com o PT, porque
este feriu princípios cristãos a ele inegociáveis. Princípios que, desde o
primeiro jornal dominado ainda na época da ditadura militar, foram
sistematicamente violados pelos comunistas sem um pingo de peso na consciência.
Hoje, o brasileiro de bem, ainda ignorante, quer tirar o PT
do poder porque viu que os representantes da mentira em que ele cresceu para
acreditar não correspondem às suas expectativas morais.
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TIPO
2 à
O PETISTA INTERESSEIRO
A este tipo, podemos chamar com propriedade desonesto
material. Este não consegue enxergar perspectiva de sucesso fora dos auxílios
governamentais.
Há, por exemplo, o típico professor de ensino universitário.
Ele julga um governo bom ou ruim pela régua da estabilidade institucional.
Acredita que um influxo de verba que financie projetos de pesquisa, doutorados
sanduíche ou ciência sem fronteiras seja o suficiente para qualificar um
governo como “preocupado com a educação”. Esquece-se de que esse mesmo governo baliza
o rumo dessas atividades de acordo com o seu próprio viés ideológico; que uma
licenciatura ou uma pós-graduação dificilmente seriam endossados pelo MEC se se
enquadrassem fora do escopo da revolução cultural.
Há, também, o típico funcionário público. Nada julga mais
sagrado que a estabilidade de um concurso público. Direito de quantas greves
quiser por ano, poder ter a opção de trabalhar bem ou não fazer porcaria nenhuma
pelo mesmo exato salário gordo, uma maravilha! Deuses o livrem de baixar na
presidência um liberal ousado como Mauricio Macri. Ser obrigado a mostrar
competência ou correr o risco de cair no olho da rua – igual a qualquer cidadão
normal – jamais!
Não excluamos de cena o típico artista. Ator, pintor,
músico ou o que valha, imagina que jamais conseguiria se virar em um Brasil tosco
sem as facilitações da Lei Rouanet. Não só isso, julga o próprio trabalho como
essencial para a vida cultural do país que espontaneamente os rejeita, e apoia
o governo que os apoia de volta com aquele ar pedante de superioridade
intelectual, de “formador de opinião”.
Que se dirá, então, da militância profissional, das ONGs,
dos sindicatos, dos diretórios de partido, que vivem de nada fazer fora do universo
partidário? Que se dirá da nossa oligarquia midiática, dos banqueiros, das
empresas estatais, dos conglomerados privados que integram o estamento
burocrático? Essa turma de oportunistas jamais dirá um nada contra o próprio esquema
de vida.
Esses representam os 7%, os 14 milhões de imediatos do
governo que darão o sangue, se preciso, para não perder as regalias.
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TIPO
3 à
O PETISTA DESONESTO INTELECTUAL
Estes são os que pensam: “Todo mundo é corrupto, não tem
solução, mesmo. Mas esse Lula aí, pelo menos, é comunista, é um mal menor que o
resto”. Estes imaginam, na cabeça podre deles, que ser comunista é algum tipo
de mérito, como se algum bem já tivesse surgido no mundo por causa do
comunismo.
Partilhando, por vezes, das deficiências anteriormente
citadas, vomita discursos contra o PSDB (como
se PSDB não fosse desinformação do PT), ataca o liberalismo econômico
pela sua vulnerabilidade moral (como
se o povão brasileiro fosse liberal, ou entendesse alguma coisa de liberalismo),
despeja xingamentos tão fantasiosos quanto difamatórios, chamando o povo de
fascista, elitista, odiento, quando a
política dos que eles defendem é a que transpira fascismo, elitismo e ódio.
Incoerência? Pelo contrário, isso é instrução: “Acuse-os do que você faz. Xingue-os do que
você é”. É um velho lema comunista, que vigora a todo vapor na elite
comunista das terras tupiniquins.
Esse terceiro tipo é o mais perigoso. É o que se vê capaz
de cometer todo tipo de atrocidades recomendado no Manifesto Comunista, crendo
firmemente que todos os sacrifícios (dos outros, é lógico) são válidos para se
chegar ao “verdadeiro comunismo”. Que se cala (se não aplaude) frente às
atrocidades de Lenin e Stalin, de Mao Tsé-Tung, de Pol Pot, de Fidel Castro.
Que não admite (se não aplaude) o frangalho que se tornou a Venezuela de
Chavez, o estrago que a política continuada dos Kirchner fez na Argentina. Que
não enxerga (se não aplaude) as conexões criminosas do Foro de São Paulo (organização
que comanda o Brasil sob a fachada do PT) com as FARC, com o MIR chileno, com o
PCC paulista, com a FSB russa. Que insiste em endossar as ideologias criminosas
forjadas para estilhaçar o espírito humano no intelecto, estimulando-o à negação
da razão, na vontade, relativizando o bem e o mal, e na sensitividade, ocluindo
a beleza pelo prestígio do grotesco. Que insiste em romper com uma tradição
milenar para implantar nas nossas vidas um modelo bizarro de ordem social,
baseada nos caprichos de uma elite que nada mais quer que a extinção da
primeira propriedade privada de todos nós: a nossa consciência individual. Os
Lulas surgem é daí.
Com este terceiro grupo, não há diálogo. Apenas a
segregação. Não por negar-lhes a condição de cidadãos, mas porque eles próprios
abjuraram daquilo que chamamos cidadania. Sua hierarquia de valores, invertida,
privilegia o comunismo como matéria de união, preterindo a condição humana que
nos une aqui na terra, a nação que nos abriga e o Deus que livremente deu-nos sua
vida para nos unir nos céus. A este terceiro grupo, nada podemos dirigir senão
a nossa oração e os sinceros votos de conversão.
